quinta-feira, 28 de agosto de 2014

agora

Agora,
nasceu o Sol,
já as nuvens 
se esfarriparam para algures,
e o vento,
(ah o vento!)
esse foi-se esmorecendo
pelos caminhos do sul.
Agora,
é o tempo das colheitas,
do trigo 'prenho',
da claridade 
e do assalto da alegria.
Agora,
é o tempo das redes luzentes,
faiscantes de vida 
e de esperança.

Agora,
é o meu tempo
e o tempo desta terra
em que nasci,
pai-mãe dos meus sonhos
e chão-minha-Pátria,
e terra a que chamo Nação!
(Jaime A.)

(Foto do autor obtida com telemóvel:
Berlenga Grande, Verão 2011)

N.A. - "Agora" é também o tempo do texto tosco, previsível

(texto publicado previamente no meu blogue Sopro Divino)

4 comentários:

poesia de vieira calado disse...

Desculpe a minha irreverência.
Mas você nem me fale do vento de ah´gosto, que veio de facto, para o sul, e me deu cabo da praia!
Um forte abraço!

Jaime A. disse...

:)

poesia de vieira calado disse...

Olá, como está?
Hoje venho expressamente para desejar-lhe um Próspero e Feliz Novo Ano!
Um abraço!

Vieira Calado disse...

E que as colheitas sejam boas, para quem fez alguma coisa por isso!
Um forte abraço!